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Baixada Santista terá mais de 1.200 orelhões removidos em 2026

  • 27 de jan
  • 1 min de leitura

Em 2026, a Baixada Santista terá 1.289 orelhões retirados das ruas, consequência do encerramento da concessão das empresas responsáveis pelos equipamentos em todo o país.

Entre as cidades da região, Santos concentra o maior número de aparelhos: são 357, dos quais 353 ainda funcionam e quatro estão em manutenção. Confira a distribuição:

• Santos: 357

• Guarujá: 174

• Praia Grande: 160

• São Vicente: 157

• Cubatão: 112

• Itanhaém: 96

• Bertioga: 92

• Peruíbe: 81

• Mongaguá: 60

As operadoras Claro, Algar, Oi, Sercomtel e Telefônica eram responsáveis pelo serviço. Com o fim da concessão, não existe mais obrigação legal de manter os orelhões.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que os recursos sejam direcionados para ampliar os investimentos em banda larga e telefonia móvel. Atualmente, apenas 38 mil telefones públicos permanecem ativos no Brasil, e a retirada será feita em aparelhos já desativados. Em localidades sem cobertura de celular, os orelhões continuarão disponíveis até 2028.

Símbolos de uma época, os orelhões marcaram gerações e perderam espaço com a popularização dos celulares. Criados nos anos 1970, eram muitas vezes a única forma de comunicação fora de casa. O design, assinado pela arquiteta sino-brasileira Chu Ming Silveira, foi pensado para reduzir ruídos externos e garantir melhor qualidade nas ligações.


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