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Espetáculo da Cia Barrê de Dança chega a Guarujá com apresentação de dança contemporânea

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Programação acontece neste sábado (8). e incentiva o público à uma reflexão social através da arte
Programação acontece neste sábado (8). e incentiva o público à uma reflexão social através da arte

O Teatro Procópio Ferreira será palco, neste sábado (8), a partir das 19 horas, de uma apresentação da Cia Barrê de Dança. O grupo levará ao público dois espetáculos autorais de dança contemporânea, Terra Fértil e Duncan, ambos com direção artística de Ana Barreto. A entrada é gratuita e o evento conta com o apoio da Prefeitura de Guarujá, por meio da Secretaria de Cultura (Secult).

A programação terá início com Terra Fértil, espetáculo inspirado no livro Meu Guarujá Caiçara, do historiador e escritor Wendel Dalitesi. A obra presta homenagem às mulheres indígenas, negras e caiçaras que tiveram papel importante na formação da identidade cultural do município.

Na sequência, será apresentado Duncan, criação baseada na trajetória de Isadora Duncan, reconhecida como uma das pioneiras da dança moderna. O espetáculo aborda temas como a liberdade de movimento, a conexão entre o corpo e a natureza e a arte como instrumento de transformação e rompimento de padrões.

Ao reunir as duas produções na mesma noite, a Cia Barrê de Dança propõe um diálogo entre diferentes referências, mostrando como ambas convergem ao tratar o corpo como expressão de memória, identidade e criação. A iniciativa também reforça o compromisso da companhia com uma produção artística voltada à pesquisa, à valorização do território e à preservação do patrimônio cultural.

Segundo a diretora artística Ana Barreto, os espetáculos refletem a proposta da companhia de desenvolver obras conectadas às pessoas e ao contexto em que estão inseridas. Ela destaca que Terra Fértil resgata a história das mulheres que contribuíram para a construção de Guarujá, enquanto Duncan evidencia a dança como uma manifestação de liberdade. Para a diretora, reunir as duas apresentações em uma mesma programação representa a união entre memória e liberdade, mostrando como a arte pode estimular reflexões sobre a identidade e o futuro da sociedade.


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